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COMPANHIA AÉREA

Governo português ameaça estatizar transporte aéreo

Crise foi desencadeada depois que companhia rejeitou condições do governo
30/06/2020 09:35 - Da Redação


O Conselho de Administração da Transportes Aéreos Portugueses (TAP) rejeitou condições impostas pelo governo português para empréstimo 1,2 bilhão de euros (cerca de R$ 7,2 bilhões) à companhia aérea. A decisão desagradou o governo, que ameaça estatizar a TAP.

A empresa controladora da TAP, Atlantic Gateway, é liderada pelo brasileiro David Neeleman. O ministro da Infraestrutura, Pedro Santos, afirmou que o governo não vai ceder e classificou a postura da companhia como inaceitável.

De acordo com o jornal português Expresso, o motivo do desacordo é uma cláusula que permite aos investidores privados recuperarem o dinheiro que emprestaram à TAP através de prestações acessórias no caso do governo reforçar sua participação acionária na empresa.

O governo exigiu que essa cláusula fosse retirada, mas Neeleman não aceitou. Houve uma tentativa de negociar uma redução desse valor, mas a diferença de posições teria inviabilizado o acordo.

O ministro da infraestrutura do país afirmou que vai trabalhar para que o governo português retome o controle da TAP e para a saída de Neeleman. As informações são de que o processo de estatização já está sendo preparado para apresentação na Presidência do Conselho de Ministros.

“Espero que se encontre uma saída acordada que garanta paz à TAP e evite litígios futuros. Estamos preparados para tudo, não vamos ceder nas nossas condições e estamos preparados para intervencionar e salvar empresa”, disse Pedro Santos ao Expresso.

*Com informações do Melhores Destinos

 
 

Felpuda


Como era de se esperar, as pesquisas mexeram nos ânimos de candidatos, principalmente daqueles que apareceram com índices pífios.

E assim, muitos deles certamente darão novo rumo às suas campanhas eleitorais.

A maioria, é claro, tenta mostrar otimismo, e o que mais se ouve por aí é que “agora o momento será de virada”.

Como disse atento e irônico observador: “Tem gente por aí que poderá virar, sim. Mas virar gozação!”. Ui...