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VIAGEM PRESIDENCIAL

Prefeito enaltece visita e pede apoio para reativar ferrovia em Corumbá

Marcelo Iunes solicitou a execução de cinco projetos na região, incluindo a criação de uma nova universidade
18/08/2020 09:16 - Adriel Mattos, Yarima Mecchi


O prefeito de Corumbá, Marcelo Iunes (PSDB), recebe na manhã desta terça-feira (18), o presidente da República, Jair Bolsonaro, em sua primeira visita oficial. O último chefe do Executivo federal a visitar a cidade foi Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2013.

“De todos os presidentes eleitos democraticamente no Brasil, os únicos que não visitaram Corumbá no exercício do cargo foram Michel Temer e Dilma Rousseff. Isso prova a importância geopolítica da nossa cidade e da nossa região para o País”, disse Iunes ao Correio do Estado.

O tucano vai aproveitar a presença de Bolsonaro na Cidade Branca para reivindicar a execução de cinco projetos.

Além da reativação da malha ferroviária, o prefeito vai solicitar a recuperação do Rio Taquari, assoreado em vários trechos e a implementação de uma área de livre comércio com a Bolívia.

Outro projeto é a criação da Universidade Federal do Pantanal (UFPan). Sonho antigo da região pantaneira, a nova instituição é planejada há mais de dez anos e nasceria a partir da desvinculação do campus local da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

Para melhorar a Hidrovia Paraná-Paraguai, Iunes quer mais funcionários da Receita Federal e do Ministério da Agricultura para agilizar o trânsito das embarcações, além de qualificação da mão-de-obra local, de marinheiros a pilotos.

Além disso, foi solicitada dragagem e balizamento do trecho brasileiro do tramo Norte Corumbá - Cáceres e o tramo Sul Corumbá - Buenos Aires.

O prefeito citou a situação do Pantanal, que passa por uma temporada de queimadas, para defender as solicitações.

“É sempre um motivo de orgulho receber um chefe de Estado, além de ser uma oportunidade ímpar de apresentar solicitações e pedidos que possam beneficiar nossa população”, afirmou.

 
 

Felpuda


Mesmo sem ter, até onde se sabe, combinado com o eleitor, candidato a prefeito começou a apresentar nomes do seu ainda hipotético secretariado, pois parece estar convicto de que conseguirá vencer a disputa.

Os adversários dizem por aí que ele está muito distante de “ser um Jair Bolsonaro”, que, ainda na campanha eleitoral para presidente da República, já falava em Paulo Guedes para ser seu ministro de Economia. Como sonhar é permitido