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CIDADE BRANCA

Centro histórico, palco de guerra e terceiro maior porto da América Latina: Corumbá completa 242 anos

A comemoração vai contar com culto ecumênico e série de vídeos nas redes sociais
21/09/2020 10:16 - Gabrielle Tavares


Em 21 de setembro de 1778, os portugueses ocupavam o Arraial de Nossa Senhora da Conceição de Albuquerque. O vilarejo cresceu e se tornou o principal centro comercial da região, seu porto fluvial era o terceiro maior da América Latina.

Mais tarde, o Arraial passou a ser Corumbá, nome pelo qual povos indígenas chamavam a região. E hoje, a cidade completa 242 anos de existência.

O município é um dos mais antigos de Mato Grosso do Sul e já foi até cenário de guerra, chegou a ser ocupada pelos então adversários paraguaios por dois anos, de 1865 a 1867.

A praça da República, no centro da cidade, foi o local da última batalha da Guerra da Tríplice Aliança, onde as tropas brasileiras junto com a Argentina e o Uruguai, derrotaram os invasores e expulsaram os paraguaios.  

Já no século 21, Corumbá é famosa pelo seu carnaval e sempre lembrada pelo seu clima quente.  

O centro histórico com sua arquitetura original preservada e suas ruas de pedra formam um dos mais belos cartões postais da cidade e do Estado.

 
 

O tombamento do conjunto histórico, arquitetônico e paisagístico de Corumbá ocorreu em 1993, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

A Cidade Branca, como ficou conhecida por suas terras ricas em calcário, é a porta de entrada do pantanal sul-matogrossense e fica à margem do rio Paraguai.

O Instituto Brasileiro de Geografia a Estatística (IBGE) estima existem 112.058 habitantes na cidade em 2020. Em 2010, o órgão divulgou que a escolarização da entre crianças de 6 a 14 anos era 94,7%.

De acordo com estudos do Atlas do Desenvolvimento Humano Brasil 2013, divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Corumbá possui crescimento, num período de dez anos, de quase 20% no Índice do Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM).

O aniversário não passará em branco. A programação da celebração, reduzida em razão da pandemia da covid-19, contam com momento cívico e celebração ecumênica.

Pela manhã houve hasteamento do Pavilhão Nacional e de Corumbá, no Jardim da Independência, e ao longo do dia as homenagens ficarão a encargo das mídias sociais das rádios e TVs locais, onde serão publicadas uma séria de vídeos sobre a Cidade Branca.

As 18h haverá um culto ecumênico no Cristo Rei do Pantanal, com tributo as vítimas do coronavírus e homenagem aos profissionais da saúde.

 
 

Felpuda


Como era de se esperar, as pesquisas mexeram nos ânimos de candidatos, principalmente daqueles que apareceram com índices pífios.

E assim, muitos deles certamente darão novo rumo às suas campanhas eleitorais.

A maioria, é claro, tenta mostrar otimismo, e o que mais se ouve por aí é que “agora o momento será de virada”.

Como disse atento e irônico observador: “Tem gente por aí que poderá virar, sim. Mas virar gozação!”. Ui...